sexta-feira, 27 de julho de 2012

28. O OLHO DO ABISMO


O OLHO DO ABISMO
O Ensandecimento
que contem os Modernismos
Tem levado avalanches
De seres humanos,
A todos os tipos de abismos,

Ao extinguir suas legitimidades
De seres humanos civis
O qual, na maioria das vezes,
Quando não extingue
Seus Direitos à Existência,

Extingue seus Direitos
De exercê-la em Liberdade,

Ao passar a viver
Em condomínios prisionais
A cumprir suas devidas penalidades.
 
Estas Tempestades
De Pensamentos,

Reservam sempre
Mensagens implícitas
Da consciência
Aos próprios sentimentos,
De maneira que,
Ativem a Memória
Para os princípios que regem,
De cada qual,

A Intimidade Venatória,
Antes de sair por ai
A Caçar Barbaridades
Para que não venham
Delas tornar um vicio.
 
Uma vez que,
Ao torna-se necessidade
Este, ou aquele individuo
Não distingue mais o abismo
Onde vai colocar
Sua antes preciosa intimidade.
 
Que jeito infeliz
De procurar Felicidade !

De resolver os traumas,
De tratar de depressão,
De agregar valores,
Para manter em alta a Motivação.
 
Que jeito infeliz
De amar a si mesmo!

- De procurar
Nas atitudes mais torpes,
Bálsamos!

- De se entregar
A qualquer estado mental,
Esdrúxulos!

- De procurar a vida estimulante
Nas profundezas de precipícios
Em estilo todo chibante
Como se fosse
Páramos!
 
Que jeito estranho
De se apresentar importante!

Sem olhar para trás,
E ver os traços
Que tem compilado sua história,

Sem querer saber
Que ela é composta de laços

E que na maioria das vezes,
São eles que,
De sociedades dignas
Tornar este, ou aquele alguém,
Um Pária.
 
E o que é
Mais pior de tudo isso”.
A maioria das pessoas,
Ao invés,
De procurar na Educação

Formas de maximizar
Valorosas oportunidades

Busca nos modelos esdrúxulos,
Facilidades,
Sem se importar ,

Em que abismo vai se encontrar
Bem como, comprometido vai Si estar
Com os níveis de responsabilidades.

Evilasio de Sousa
Novembro de 2012




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