QUEM É BOM DE LIVRE ARBÍTRIO?
Bel-prazer,
Capricho Talante,
Vontade,
Desejo,
Empenho falante.
Arbitragem,
Parecer,
Opinião,
Todas as formas
De paixão,
Em todos os momentos,
Constantes.
Diligência,
Voluntariedade,
Que caracteriza
Nossa verdade.
Onde residem
Todas as tentativas
De explicar uma ferramenta,
Que cada ser humano trouxe
Em sua vida
Como prerrogativa.
Que lhe deixa à vontade
Para expressar sua verdade
O que lhe privilegia,
Entre os animais,
Grandes perspectivas.
As quais quando ele as realiza,
Os companheiro de nave o elogiam.
- Você sabe o nome disso ?
- Você sabe como usar isso ?
- Você sabe conviver com isso ?
Brincadeira !
Mas, é por causa dele
Que a humanidade toda
Está da falência,
A beira.
Há tantas casos para explica-los
Que só um,
Quando terminar o livro
No final vou coloca-lo.
Só para você ter uma ideia
Apenas os protagonista revelo.
O BEM E O
MAL
RESIDENTES DO HUMANO
POTENCIAL
ATUANTES NO DE CADA UM
O
REAL.
Mas, um outro meio
De compreender estes eventos,
É buscar outros aspectos
Desta história em seus reversos
Que ai estão soltos aos ventos.
Coloquei no inicio do livro
Uma Placa Comemorativa
A este evento.
Um Jogo de Xadrez por exemplo
Onde nós somos as peças,
Pretas e
Brancas representando
Os dois elementos,
Em contemplo.
E o tabuleiro,
O Mundo
Com seus caminhos intrincáveis ,
Cujos
movimentos animam
E a gente
prefere aqueles
Tidos como
insuportáveis.
Tem uma grande multidão
Que acredita que este tal
De livre arbítrio existe,
E Está fazendo de suas vidas
Um poço de lama,
E nele se enterrando até o fundo
Buscando tresloucadamente a fama.
Ou, um momento de reconhecimento
Para reduzir os sofrimentos
Que normalmente
A atuação os chama.
Éh!.
Nesse tal de Jogo da Vida
Tem
gente que está se cansando,
Porque não está
Em Si encontrando
Razão que justifique
A pratica da humanidade individual
Tão sofrida.
Ah! Se eles soubesse
Da
grande realização!
É só deixar de pensar
Totalmente como humanos
Para sair desta enorme pressão.
E Pensarmos que também somos
Um veiculo de manifestação,
Do Conhecimento em Ação.
Temos
Em potencial
A
Inteligência,
Por
que então,
Tamanha pequenez na reação?
A Vida é um jogo.
Dizem,
Um jogo que se joga na ilusão.
Na ilusão de ser gente,
Uma substancia
Em transformação!
De maneira que,
Todos caminhem
Sempre pra frente.
Sem que a Essência
Fique Parada,
Por falta de um mais elevado
Padrão de Pensamento
Em cada passo da ação.
Que resgata qualquer um
Do emaranhado,
Labirinto da Perversão.
Deixando-o em cima
Com o
melhor do seu sentimento.
Não importa que as regras
Do Xadrez da
Existência
Sejam mutáveis.
O Que vale é que precisamos
Deixar de ser
Peões da escuridão.
Para
sermos
Peões
de uma
Inteligente Construção.
De um mundo melhor,
E deixarmos igualmente
De ser cavalos daqueles,
Que usam o medo
Como opressão,
Para controlar os outros
Que querem, ou não conhecer,
Mas que não
Buscam o seu melhor,
Expandindo a negação do ser.
Ah!
Este tempo precisa acabar
Basta
um pouquinho mais
No se
esforçar
Para a felicidade florescer.
Porque:
TUDO É, O QUE É.
E
TUDO É, O QUE NÃO É.
Neste vastíssimo cenário
De opções e escolhas
Do viver.
Precisamos cada um,
Se firmar no,
EU SOU O
QUE SOU
FORMAS
DIFERENTES,
DE SER
GENTE.
Viver por viver
Que coisa horrível.
Que lamentável forma!
Que maneira de dar permanência,
As
formas que jamais
Serão permanentes.
A maneira de ser que se tornou
Numa verdadeira fábrica,
DE
INDOLENTES.
E
porque não dizer
DE
INCOMPETENTES.
Evilasio de Sousa
Sal: 2001
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