segunda-feira, 23 de julho de 2012

10. QUEM É BOM DE LIVRE ARBITRIO?


QUEM É BOM DE LIVRE ARBÍTRIO?

Bel-prazer,
Capricho Talante,

Vontade,
Desejo,
Empenho falante.

Arbitragem,
Parecer,
Opinião,

Todas as formas
De paixão,
Em todos os momentos,
Constantes.

Diligência,
Voluntariedade,

Que caracteriza
Nossa verdade.

Onde residem
Todas as tentativas
De explicar uma ferramenta,

Que cada ser humano trouxe
Em sua vida
Como prerrogativa.

Que lhe deixa à vontade
Para expressar sua verdade

O que lhe privilegia, 
Entre os animais,
Grandes perspectivas.

As quais quando ele as realiza,
Os companheiro de nave o elogiam.

- Você sabe o nome disso ?
- Você sabe como usar isso ?
- Você sabe conviver com isso ?

Brincadeira !

Mas, é por causa dele
Que a humanidade toda
Está da falência,
A beira.

Há tantas casos para explica-los
Que só  um,
Quando terminar o livro
No final vou coloca-lo.

Só para você ter uma ideia
Apenas os protagonista revelo.

O BEM E O MAL
RESIDENTES DO HUMANO POTENCIAL
ATUANTES NO DE CADA UM
O REAL.

Mas, um outro meio
De compreender estes eventos,

É buscar outros aspectos
Desta história em seus reversos
Que ai estão soltos aos ventos.

Coloquei no inicio do livro
Uma Placa Comemorativa
A este evento.

Um Jogo de Xadrez por exemplo
Onde nós somos as peças,

Pretas e Brancas representando
Os dois elementos,
Em contemplo.

E o tabuleiro,
O Mundo
Com seus caminhos intrincáveis ,

Cujos movimentos animam
E a gente prefere aqueles
Tidos como insuportáveis.

Tem uma grande multidão 
Que acredita que este tal
De livre arbítrio existe,

E Está fazendo de suas vidas
Um poço de lama,

E nele se enterrando até o fundo
Buscando tresloucadamente a fama.

Ou, um momento de reconhecimento
Para reduzir os sofrimentos

Que normalmente
A atuação os chama.

Éh!. Nesse tal de Jogo da Vida
Tem gente que está se cansando,

Porque não está
Em Si encontrando

Razão que justifique
A pratica da humanidade individual
Tão sofrida.

Ah! Se eles soubesse
Da grande realização!

É só deixar de pensar
Totalmente como humanos
Para sair desta enorme pressão.

E Pensarmos que também somos
Um veiculo de  manifestação,
Do Conhecimento em Ação.

Temos Em potencial
A Inteligência,

Por que então,
Tamanha pequenez na reação?

A Vida é um jogo.
Dizem,

Um jogo que se joga na ilusão.
Na ilusão de ser gente,

Uma substancia
Em transformação!

De maneira que,
Todos caminhem
Sempre pra frente.

Sem que a Essência
Fique Parada,

Por falta de um mais elevado
Padrão de Pensamento
Em cada passo da ação.

Que resgata qualquer um
Do emaranhado,
Labirinto da Perversão.

Deixando-o em cima
Com o melhor do seu sentimento.
 
Não importa que as regras
Do Xadrez da Existência
Sejam mutáveis.

O Que vale é que precisamos
Deixar de ser
Peões da escuridão.

Para sermos
Peões de uma
Inteligente Construção.

De um mundo melhor,
E deixarmos igualmente
De ser cavalos daqueles,

Que usam o medo
Como opressão,

Para  controlar os outros 
Que querem,  ou não  conhecer,

Mas que não
Buscam o seu melhor,
Expandindo a negação do ser.

Ah! Este tempo precisa acabar
Basta um pouquinho mais
No se esforçar
 
Para a felicidade florescer.
 
Porque:

TUDO É, O QUE É.
E  TUDO É, O QUE NÃO É.
 
Neste vastíssimo cenário
De opções e escolhas
Do viver.

Precisamos cada um,
Se firmar no,

EU SOU O QUE SOU
FORMAS DIFERENTES,
DE SER GENTE.

Viver por viver
Que coisa horrível.
Que lamentável forma!
Que maneira de dar permanência,

As formas que jamais
Serão permanentes.

A maneira de ser que se tornou
Numa verdadeira fábrica,

DE INDOLENTES.
E porque não dizer
DE INCOMPETENTES.

Evilasio de Sousa
Sal: 2001



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