sexta-feira, 27 de julho de 2012

25. AVENTURAS DO PENSAMENTO.


AVENTURAS DO PENSAMENTO.
Passageiro do imaginário,
Como sou,
 
Vivo o caleidoscópio
Das imagens, a emoção,
 
Que se forma pelas ondas
Da  propulsão dos ventos,
Onde vou,
 
As quais enriquecem
A excelência no formatar
Os  pensamentos
E a conscientização.
 
Este mar imenso
Sem fronteiras
Que se sobrepõe
À abstração e à consciência
 
Exige me como timoneiro
Fundamental experiência,
 
No enfrentar violentas
Cachoeiras
 
E perigosos trechos intelectuais
Para ampliar
Processos  Cognitivos
E entender os cerebrais ativos
De maneira, a não atrasar,
Os meus recursos mentais reflexivos.
 
Eu e minha Nave,
Cujo nome é:
Metro e Ritmos de Sobreviver
 
Enfrentamos bem os embates
De realidades concretas
Do “Humano Ser”,
 
Pela força do potente querer
Dos motores,
 
EU, MEU CÉREBRO
E MINHA MENTE,
 
Planamos e analisamos
As abertas crateras
E as dores que os outros sentem,
No agora tenebroso mar
Das humanas relações,
E seus horrores,
 
E nos exíguos momentos
Do “Humano Estar”,
 
Eu e meu barco
Movidos pela força
Do extraordinário sonhar
 
E do incansável trabalhar,
Singramos mares lindos
 
E em alguns trechos
Não menos revoltos
 
RUMO AO INFINITO.
ESTE MUNDO INSÓLITO E BONITO
 
Enquanto redireciono
Os lemes das percepções
 
Para melhor compreender,
Quando possível orientar
Investidas de outros,
Com descontroladas atuações
 
E com elas melhor aprender,
Já que são os obstáculos do realizar
As ferramentas concretas do vencer.
 
O existir é um total
Aventurar-se
 
Agora mais do que isso
Para a grande maioria,
 
Um pesadelo absoluto
E constante
Com novos aspectos e formas
A cada dia.
 
O existir é também
Uma intensa
E perigosa viagem
 
Por Terra, Mar e Ar da ignorância.
Sem saber como comportar-se
 
Ao longo de muitos trechos
Vejo estranhos companheiros
Atolados na intolerância,
 
Alheios  aos perigos impertinentes
Dos seus próprios apresentar-se
À exigência de ininterrupta vigilância.
 
Eu e meu barco
Somos apenas um.
 
Mente, Cérebro e Corpo
Numa luta sem trégua e fim
Para deixar um histórico no infinito.
 
Ao fincar o lábaro da liberdade com o grito
De que é possível vencer
Desafios eminentes
 
Expandindo faculdades
As quais, trazem sentidos
Que dão sentidos às realidades
 
Para um grupo especial de pessoas
Nos seus estilos
De serem gentes.
 
E neste mar de feras
Embora cheio de predadores
De si mesmo e de seus talentos
 
Por substancias soporíferas
Ou, abandono do si mesmo
Aos ventos,
 
Que ainda encontramos
Organizações
E indivíduos excelentes
 
Que distribuem às mancheias
Sementes de Conhecimentos
Em singelos estilos de exemplos
 
E como eu e meu barco
Também são navegadores
 
Destas preferidas águas
E de brilhantes idéias,
Construtores.
 
Sempre nos norteamos nesta direção,
Na esperança de encontramos
De experiências,
Trocadores
 
Sobre os perigos
Das Aventuras do Pensamento
 
E quais as decisões mais coerentes,
No continuar rasgando o firmamento
 
Das minhas idéias,
A precisão
Ao longo deste percurso
Um tanto turbulento.
 
Erro, caio e me levanto,
Embora trôpego
Mas, cheio de determinação.
 
Encontro o meu centro
E não paro a operação
 
DE CONTINUAR A VALIDAR
TODAS AS  EMOÇÕES
ATRAVÉS DE CADA AÇÃO.
 
Evilasio de Sousa
Do Livro As Aventuras
Do Pensamento.
Sal: 5/3/2008
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