É um Livro de Poemas
Esparsos,
Que me trás imagens,
E ao mesmo tempo
Me remete,
As Mais Dura Passagens,
De minha Vida,
Que chamo de
Calor do Forno
Da Competência,
Que me produziu,
No imenso volume
Dos meus erros,
Vulcões de Modos
Consciência.
Dificil foi escolher,
Qual o seria o estilo
A Estabelecer.
Foi quando percebi,
Num Profundo
Exame de Pensamento
Que muito me parecia
COM O VENTO.
Pelo Meu Passar
As Dificuldades,
Com um Arrobo,
De Esforço,
Nunca visto,
PARA ENTENDER
REALIDADES.
Foi ai que escrevi,
Um Poema Para mim,
O Passageiro do
Imaginário
Que definisse o meu Rumo
E o Meu Prumo,
No catalogar,
As que seriam
Minhas Verdades.
Ei-lo
1. O PASSAGEIRO DO IMAGINÁRIO
Sou eu.
Não tenho nome,
Nem fome.
Sou
Piloto e Nave
Ao mesmo tempo
Ao mesmo tempo
Do
meu destino.
Vivo do que
Cognoscivelmente
Contemplo,
Para manter a acuidade
Do
meu Tino.
Sobrevivo
Da prioridade
Deste, ou daquele
Meu
intento.
Eu sou!!
O Vento Que Passa,
O Vento Que Passa,
Como passam as imagens
No meu imaginário.
Por isso,
Sou do meu mundo,
O único operário.
Que mantém
A
minha construção
Sobre As Colunas
Sobre As Colunas
Da Simplicidade,
Com a Fundação,
De Uma Boa Educação,
De maneira que,
Meus
Sentidos
Não percam
De
cada um,
A
Função,
No
meio,
A
Tanta Aberração,
De maneira que,
Eu
possa sempre compor
Com
O Meu Melhor,
E Com Sustentável Criatividade.
E Com Sustentável Criatividade.
Neste Dramático
Processo
De Evolução.
Apenas por isso, Sou!
O
Vento que Passa.
E
Por onde Passa,
Passa sem qualquer,
Ilusão,
E
neste passar
Deixo um
Rastro de Saudade!
Sem qualquer,
Segunda intenção!
Evilasio de Sousa
Salvador 2005

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