quinta-feira, 26 de julho de 2012

24. O SILÊNCIO DA RAZÃO


O SILÊNCIO DA RAZÃO
 
Todas as vezes que,
Alguém estiver falando.
E você não quer prestar atenção
 
Observe que instintivamente
Você vira-se de lado ou de costa.
 
Para desagregar,
Em seu cérebro a informação.
 
Não é nada, ou até poderia ser,
Uma partícula energética
Do conhecimento
 
Que pingou no seu próprio firmamento
Convidando-o
A melhorar um sentimento
 
Que por ironia,
De alguma vista ação,
Tem estado lhe deixando a sofrer.
 
O Futuro por caminhos multifacetados
E sem placas de identificação,
 
Fazem as pessoas andar em círculos
A moda de outros animais
Sem alfabetização.
 
E mesmo com ela
Vejo muita gente entrar em vielas
 
Arrebentando-se nos próprios anais
De sua história como
Desgovernadas caravelas.
 
A Geometria Clássica
E a Geografia Política Subjetiva
 
Definem formas, estilos,
Espaços e territórios,
 
Para quem quer que esteja
De posse da criatividade objetiva.
 
Os outros, entretanto
Para de todos, o espanto
 
Fica num canto chorando
E em pranto
 
AO DESCOBRIR QUE PERDEU
O SEU PRÓPRIO ENCANTO
DO SENTIDO DE VIDA ATRATIVA.
  
Evilasio de Sousa
Sal: Janeiro de 2006
Do Livro A Consciencia da Ilusão

  
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